Notícias de Tecnologia e Negócios

Mercado de Internet das Coisas chegará a R$ 26 bilhões no Brasil em 2018

O estudo IDC Predictions, que aponta tendências e movimentos de mercado para os 110 países nos quais a IDC atua, mostrou que IoT avançará mais rapidamente, inclusive no mercado doméstico, onde apenas 4% das residências brasileiras possuem algum tipo de dispositivo conectado, como controles de câmeras de segurança, temperatura e ar condicionado, por exemplo. Para 2018, o mercado doméstico de IoT no Brasil está estimado na ordem de US$ 612 milhões. Em coletiva de imprensa nessa terça-feira (30/01), Reinaldo Sakis, gerente de pesquisa e consultoria de dispositivos para usuários finais (consumer devices) da IDC Brasil, afirmou que há um grande interesse da população pelo assunto e também vontade dos fabricantes em aumentar a oferta de produtos de IoT domésticos. De acordo com ele, o preço elevado e a interface (como reconhecimento de fala escasso para o português brasileiro) são barreiras ainda para serem transpostas para aumentar o volume de dispositivos conectados à internet. “Diversos produtos para este segmento ainda são importados. Enquanto não tiver produção local será difícil saltar para uma taxa de 20%, por exemplo”, disse. No mercado corporativo, projetos de IoT ganham força, fazendo com que o mercado total no Brasil seja superior a US$ 8 bilhões neste ano, segundo a previsão da IDC, que tem como base iniciativas alavancadas pelo Plano Nacional de Internet das Coisas (MCTIC e BNDES) nas áreas da saúde, indústria, agricultura e infraestrutura urbana. Falta ainda a definição de tarifação, que deve ser divulgada pela Anatel ainda neste primeiro semestre. Pietro Delai, gerente de pesquisa e consultoria para infraestrutura na IDC Brasil, vê uma adoção de IoT independente do plano nacional. A... ler mais

Bolsa de criptomoedas hackeada devolverá R$ 1,3 bi a clientes

A bolsa de criptomoedas com sede em Tóquio Coincheck Inc. disse neste domingo que irá devolver cerca de 46,3 bilhões de ienes (425 milhões de dólares) que perdeu para hackers há dois dias, em um dos maiores roubos de dinheiro virtual na história. O montante representa quase 90 por cento dos 58 bilhões de ienes em moedas NEM que a companhia perdeu em um ataque que a forçou a suspender na sexta-feira os saques de todas criptomoedas, exceto bitcoin. A Coincheck disse em um comunicado que irá devolver os recursos a cerca de 260 mil donos de moedas NEM em ienes japoneses, mas que ainda trabalha para definir quando e como isso será feito. O roubo evidencia preocupações de segurança e regulação quanto ao o bitcoin e outras moedas virtuais, mesmo em meio a um boom global das criptomoedas que ainda dá poucos sinais de que possa enfraquecer. Duas fontes com conhecimento direto do assunto disseram que a Agência de Serviços Financeiros do Japão (FSA) enviou uma notificação às cerca de 30 empresas que operam bolsas de moedas virtuais no país com um alerta sobre a possibilidade de novos cyber-ataques e exigindo que elas aumentem a segurança. O regulador financeiro também está considerando punições adminstrativas à Coincheck sob as leis financeiras do país, disse uma das fontes. O Japão começou a exigir que operadores de bolsas de criptomoedas se registrem junto ao governo apenas em abril de 2017. Operadores que então já existiam, como a Coincheck, foram autorizados a continuar a oferecer seus serviços enquanto aguardavam aprovação. O pedido da Coincheck, submetido em setembro, ainda está pendente. A Coincheck... ler mais

Ataque a bolsa de criptomoedas rouba mais de R$ 1 bilhão

Após horas de especulações, Yusuke Otsuka, cofundador da Coincheck, informou em uma entrevista coletiva à noite na Bolsa de Valores de Tóquio que a companhia não sabia que os 500 milhões de tokens haviam desaparecido, mas a firma está empenhada em garantir a segurança de todos os ativos dos clientes. A Coincheck havia anunciado anteriormente a suspensão de todos os saques, a paralisação das negociações de todos os tokens, com exceção do bitcoin, e a interrupção dos depósitos em moedas NEM. “Estamos analisando os fatos em torno da Coincheck”, afirmou a Agência de Serviços Financeiros do Japão em comunicado. Este desaparecimento provavelmente é uma das maiores perdas ou roubos de ativos de investidores desde o advento das moedas digitais, com o lançamento do bitcoin em 2009. A NEM, 10ª maior criptomoeda em valor de mercado, caía 7,5 por cento no período às 11h28 em Nova York, para US$ 0,86, segundo o Coinmarketcap.com. O bitcoin registrava uma queda de menos de 1 por cento, e o ripple recuava 5 por cento, de acordo com os preços disponíveis na Bloomberg. No Japão, um dos maiores mercados de criptomoedas do mundo, as autoridades lançaram um sistema de licenciamento para ampliar a supervisão dos negócios locais a fim de evitar a repetição do colapso da bolsa Mt. Gox, que sacudiu os mercados de criptomoedas em todo o mundo em 2014. Naquele momento, o roubo de bitcoin foi estimado em cerca de US$ 450 milhões, embora esse número tenha sido modificado posteriormente. As bolsas de criptomoedas, das quais muitas operam com pouca ou nenhuma regulação, sofreram uma série de interrupções e cortes em meio... ler mais

Projetos de ICOs sofrem 100 ataques de hackers por mês

Moscou – Os projetos de captação de recursos através de ofertas iniciais de moedas (ICO, na sigla em inglês) são alvos de cibercriminosos 100 vezes por mês em média, segundo um relatório que ressaltou os riscos de investir em criptomoedas. A pesquisa, da segurança cibernética Group-IB, publicada nesta quarta-feira, foi baseada em uma análise de 450 ataques contra ICOs desde o início de 2017. Tentativas de hackers para roubar dinheiro com as ofertas de moedas aumentaram dez vezes no período. O Group-IB também participou de estudo publicado nesta semana pela Ernst&Young, que mostrou que cerca de 400 milhões de dólares dos 3,7 bilhões de dólares arrecadados através de ICOs até o momento foram roubados. As descobertas acontecem em meio a uma febre de investimento em criptomoedas. Há também uma crescente investigação de reguladores e investidores, alguns dos quais dizem que foram enganados ou fraudados através de esquemas de ICOs. O Group-IB disse que as ofertas iniciais de moedas e os investidores em moedas digitais estavam particularmente em risco conforme alguns grupos que antes atacavam bancos agora também roubam cerca de 1,5 milhão de dólares por mês por meio dos chamados ataques de phishing – quando hackers usam emails e sites falsos para roubar senhas e informações pessoais. Em alguns casos, os hackers também atacaram e redigiram os sites de projeto de ICOs, mudando a informação para que os futuros investidores enviassem seu dinheiro às “carteiras” digitais erradas. “Muitos projetos subestimam riscos de segurança cibernética, o que leva a uma avalanche de ameaças e roubos bem-sucedidos”, disse Ruslan Yusufov, diretor de serviços de clientes privados do Groupo-IB. Fonte: Exame Disponível... ler mais

Tendências tecnológicas para ficar de olho em 2018

Ninguém duvida que as tecnologias estão evoluindo e sendo adotadas com uma velocidade cada vez maior. Várias delas surgiram nos últimos anos e já ganharam diferentes aplicações e representatividade em inúmeros segmentos da indústria. Por isso, não podemos deixar de olhar para a evolução e os impactos que cada uma delas causará nos nossos negócios e setores. Para facilitar essa análise, trago abaixo cinco tendências que se difundirão mais fortemente em 2018 e que todas as empresas devem estar atentas. Inteligência Artificial A tecnologia vai continuar sendo um dos principais tópicos do próximo ano. Ela está evoluindo a passos largos para diversas aplicações e estará em praticamente todos os tipos de sistemas e soluções. Mais do que isso, a IA também deixará as coisas mais inteligentes. Robôs, drones, máquinas agrícolas. Todos eles responderão perguntas e oferecerão insights para tomada de decisões em diferentes indústrias. A evolução dessa tendência também passa muito pelas experiências conversacionais, como Alexa, da Amazon, e Siri, da Apple. Esses exemplos da vida pessoal ingressarão fortemente no universo corporativo, como no atendimento ao cliente, por exemplo, que poderá pedir orientações ou fazer perguntas por comando de voz ou texto e ser direcionado a um manual ou à localização específica da resposta na página de FAQ (perguntas e respostas frequentes, da sigla FAQ em inglês). Além disso, há estudos sobre a operação de máquinas e sistemas com o uso de comandos de voz. Desta forma, por meio de uma interação com linguagem natural, será possível interagir com um software e pedir para que ele emita uma nota fiscal para empresa X, por exemplo, e ele o fará... ler mais

Novo golpe virtual: falsas carteiras de bitcoin e criptomoedas

São Paulo – Uma nova modalidade de golpe virtual está usando falsas carteiras de moedas virtuais como bitcoin e suas irmãs. O aviso foi disparado pela empresa de segurança digital Avast. A popularidade das moedas virtuais chama a atenção de criminosos, que aproveitam para criar golpes nessa área. A Avast chama a atenção para dois apps encontrados recentemente na loja virtual Google Play. Os dois aplicativos tinham propostas diferentes, mas no final das contas faziam o mesmo trabalho: roubar moedas virtuais. O Avast estima que os apps foram baixados entre 100 e 500 vezes cada um. Os dois apps em questão são “ADA Cardano Crypto Wallet” e “All Crypto Currency Wallet”. O primeiro deles afirmava converter moedas virtuais como bitcoin na criptomoeda ADA Cardano. Para isso, o usuário precisava depositar suas moedas virtuais por lá para então receber o valor equivalente em ADA Cardano. As moedas eram roubadas e o usuário não recebia valor nenhum. Já o segundo app tinha abordagem diferente. Ele se vendia como uma carteira virtual para qualquer modalidade de criptomoeda, mas apenas roubava as moedas dos usuários, que ficavam de mãos abanando. A Avast dá dicas para que usuários não caiam nesse tipo de golpe. Ela sugere o uso de antivírus no smartphone, aconselha que pessoas baixem apps somente de lojas confiáveis (nesse caso a fonte, Google Play, era confiável) e que o usuário se atente às recomendações de outros usuários e às permissões solicitadas pelo app. Fonte: Exame Disponível... ler mais

Falhas ameaçam processadores de celulares e notebooks

Falhas em processadores de computadores, sobretudo da empresa Intel, abrem caminho para que hackers acessem informações confidenciais O início do ano trouxe consigo uma hecatombe no mercado de tecnologia. Vieram a público notícias sobre falhas na maneira como a imensa maioria dos processadores de computador funcionam e se comunicam com o sistema operacional. Essas falhas geraram vulnerabilidades, uma chamada de Meltdown, e a outra chamada de Spectre. As vulnerabilidades comprometem grande parte dos computadores e celulares em utilização no planeta. Pelo problema estar na base de funcionamento da arquitetura computacional dos aparelhos, as vulnerabilidades são muito difíceis de solucionar, e mitigá-las pode exigir o comprometimento da performance dos aparelhos. Uma notícia ainda pior para grandes centros de computação em nuvem. O Meltdown atingiu principalmente os processadores da fabricante Intel e também processadores avançados da ARM. Já Spectre recaiu sobre toda a indústria, com fabricantes como AMD, ARM, Apple e Intel afetadas. A fabricante Intel, que foi atingida por ambas as falhas, pode ter seus processadores de até 20 anos afetados. Desde o início do ano, as ações da Intel caíram 7,7%, enquanto as da AMD, menos afetada, subiram 8,7%. O problema surgiu a partir de uma prática comum dos processadores modernos: eles têm a capacidade de executar ações previamente. Núcleos de um mesmo processador são utilizados para especular sobre as próximas ações do usuário antes mesmo que as instruções sejam executadas — isso garante que parte dos processos estejam com acesso à memória antes mesmo do comando ser dado, tornando os computadores mais rápidos e eficientes. Se o processador previu a ação corretamente, então a máquina já poupou tempo... ler mais

Cinco tecnologias que serão tendências em 2018

O ano de 2018 deve ser marcado por tecnologias que já se desenvolvem há muito tempo, mas agora devem ganhar aplicações práticas no dia a dia das empresas. De acordo com a Totvs, cinco tendências principais devem reger os próximos 12 meses. Inteligência Artificial Diferentemente dos filmes de ficção científica distópicos, como Exterminador do Futuro e companhia, a inteligência artificial deve transformar as máquinas, além de executoras, em fornecedoras de insights para ajudar na tomada de decisão. Você com o poder da IBM. As interfaces conversacionais vistas nos produtos Google Home e Amazon Echo, não disponíveis no mercado brasileiro, também devem continuar a ser uma forma de interagirmos com a inteligência artificial. Não há necessidade de uma tela, apenas seus comandos de voz são o suficiente para que produtos tecnológicos entendam as demandas. “Esses exemplos da vida pessoal ingressarão fortemente no universo corporativo, como no atendimento ao cliente, por exemplo, que poderá pedir orientações ou fazer perguntas por comando de voz ou texto e ser direcionado a um manual ou à localização específica da resposta na página de perguntas frequentes”, disse, em nota, Vicente Goetten, diretor do Totvs Labs. Realidade aumentada e virtual Popularizada com jogos, a realidade virtual (aquela dos óculos Rift) e a realidade aumentada (aquela usada em Pokémon Go para ver monstrinhos pela câmera do celular) devem seguir em expansão para o mercado corporativo. Treinamentos, educação, saúde e alguns segmentos do varejo devem se beneficiar dessas tecnologias. “Em uma loja física, com uma aplicação assim, será possível obter informações adicionais de um produto ou verificar se uma carteira que você está comprando combina com um sapato que já... ler mais

Identificado grave problema de segurança nos processadores Intel

Uma grave falha de projeto nos processadores Intel fabricados na última década afeta a segurança dos computadores que eles comandam, de acordo com The Register. De acordo com esse meio de comunicação, o erro permitiria que hackers ou qualquer outro programa tenham acesso ao kernel, o conhecido coração do sistema onde são armazenados dados confidenciais do usuário, como senhas e coordenadas de acesso a contas. É um problema de grande impacto entre os usuários, pela forte presença do fabricante no mercado. A solução obriga a colocar um remendo, um patch, no computador, o que pode deixá-los mais lentos. A Intel reconheceu a existência desse bug através de um comunicado à imprensa, minimizando seu impacto nos computadores e sugerindo que não seria o único fabricante afetado no mercado. O fabricante foi contundente ao classificar como “imprecisas” as alegações feitas e explicou que está trabalhando com outras marcas no mercado para fornecer uma solução global ao exploit. A empresa já começou a trabalhar, diz, com as plataformas para distribuir patches que solucionariam o problema e, ao contrário do que tinha inicialmente sugerido, esta solução não vai deixar os sistemas mais lentos, assegura. Tudo indica que o remédio para esta falha poderá não ser uma mera atualização do firmware da CPU (como é habitual nesses casos), mas que o usuário de um chip com essas características poderia ser condenado a comprar um computador com outro tipo de processador ou confiar nas plataformas que já estão trabalhando em uma reformulação de seus sistemas operacionais para corrigir o... ler mais

Entidade anuncia nova tecnologia de segurança para o Wi-Fi

A Wi-Fi Alliance, entidade responsável pela definição dos padrões tecnológicos das redes sem fio Wi-Fi, fez um cauteloso anúncio nesta segunda-feira (8) sobre “novas melhorias de segurança” nas redes sem fio. No texto, a entidade fala da necessidade de “constantes melhorias” nos protocolos de segurança e depois revela que quatro novos recursos de segurança serão introduzidos em 2018 como parte do WPA3, a nova geração de segurança das redes sem fio. Das quatro novidades, duas devem servir de reforço para redes que não possuem senhas fortes e que são configuradas em dispositivos sem interface. A terceira deve individualizar a criptografia de cada aparelho conectado a uma rede, o que aumentará a confiabilidade de redes públicas. A última melhoria deve fortalecer a criptografia em redes que exigem segurança elevada, como redes militares e corporativas. O anúncio indicou que as novidades não devem tornar obsoleto o WPA2, introduzido em 2004. De fato, o anúncio da Wi-Fi Alliance exalta o sucesso o WPA2 antes de anunciar o WPA3, mas não comenta se haverá compatibilidade com a geração atual. É possível que nem todas as placas de rede e roteadores à venda hoje sejam capazes de interagir com redes configuradas com o novo protocolo. Anúncio ocorre três meses após falha O anúncio da Wi-Fi Alliance é publicado menos de três meses após a divulgação da vulnerabilidade Krack, que explora o funcionamento correto do WPA2 para comprometer a segurança de equipamentos que se conectam a redes Wi-Fi. A falha é moderadamente difícil de ser explorada e os principais sistemas operacionais já receberam atualizações que corrigem o problema. Ao destacar a necessidade de evoluções contínuas de... ler mais

Empresas de tecnologia vão processar governo dos EUA por neutralidade da rede

Em mais um daqueles enredos em que a primeira batalha pode até ter sido perdida, mas não a guerra como um todo, empresas de tecnologia, organizações em prol da liberdade da informação e senadores americanos se preparam para combater o fim da neutralidade da rede no país. As mudanças foram aprovadas no final do ano passado pelo governo e, agora, devem ser disputadas judicialmente. A ideia dos envolvidos em uma luta combinada contra as novas regras da FCC, equivalente norte-americana à Anatel brasileira, é contestar as alterações diante da corte, com diferentes processos relacionados a diversas questões ligadas à neutralidade. Entre os nomes envolvidos estão o e-commerce Etsy, organizações de lobby que representam a Google e o Facebok e, possivelmente, também a Mozilla, que disse ainda estar estudando a melhor maneira de agir. Um dos principais meios de ação é a abertura de processos judiciais, que apontarão o fato de a FCC e o líder republicado Ajit Pai terem agido contra o interesse público ao derrubarem as regras de neutralidade da rede aprovadas durante a administração do ex-presidente Barack Obama. Eles teriam, por exemplo, ignorado os resultados de uma enquete com mais de 20 milhões de entradas – muitas, como já foi comprovado, entretanto, seriam falsas, oriundas de mecanismos de publicação de spam ou proliferação de fake news. Por outro lado, para o Etsy, a mudança na forma como operadoras lidam com o acesso à rede causa danos diretos aos vendedores de sua plataforma, muitos dos quais contam com o e-commerce como principal fonte de renda. Já o Facebook e a Google não podem processar o governo diretamente, pois... ler mais

Meta para 2018 é combater discurso de ódio e uso indevido do Facebook, diz Zuckerberg

Proteger os usuários da rede social de abusos e discursos de ódio e defendê-lo da interferência do Estado são parte do desafio pessoal do presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, em 2018. O empresário visitou todos os estados dos Estados Unidos, correu 587 quilômetros e aprendeu mandarim desde que começou a fazer esses desafios anuais em 2009, disse o empresário em post na sua página da rede social, nesta quinta-feira (4). As empresas de mídia social, incluindo o Twitter, foram pressionadas pelos reguladores e pela União Europeia para tomar mais medidas para remover o discurso do ódio em suas plataformas. “Não vamos impedir todos os erros ou abusos, mas atualmente cometemos muitos erros na aplicação de nossas políticas e em impedir o uso indevido de nossas ferramentas”, disse Zuckerberg. O Facebook enfrentou críticas severas em relação à sua incapacidade de impedir que russos usassem sua plataforma para influenciar as eleições norte-americanas de 2016. Zuckerberg condenou repetidamente as tentativas da Rússia de interferir as eleições através de publicações e propagandas no Facebook e prometeu no ano passado acelerar os gastos para enfrentar o problema. Fonte: G1 Disponível... ler mais

As principais previsões sobre cibersegurança para 2018

O acúmulo de uma grande quantidade de dados e a conexão constante por meio de diferentes dispositivos são duas certezas que temos sobre o futuro. Diante disso, o debate sobre cibersegurança é mais importante do que nunca. A revista norte-americana Forbes ouviu especialistas no tema e acaba de publicar as principais previsões para o ano de 2018. Internet das Coisas (IoT) Bruce Schneier, diretor de tecnologia da IBM Resilient, acredita que não haverá nenhuma mudança na legislação norte-americana a respeito das vulnerabilidades cada vez mais presentes nos dispositivos conectados à web (Internet das Coisas — ou IoT, em inglês). Por outro lado, ele confia que caso a aplicação da Lei Europeia de Proteção de Dados Pessoais (GDPR), prevista para maio, implique em penalidades, uma melhora na segurança da IoT tende a ser percebida. Ken Spinner, vice-presidente da Field Engineering, concorda que no longo prazo a GDPR terá este efeito, mas não vislumbra nenhum resultado positivo perceptível até 2019. Ele também prevê aumento na espionagem de hackers via dispositivos domésticos e diz que os consumidores terão dificuldades em perceber tais invasões, ao passo que se conectam mais e mais. As casas inteligentes, inclusive, representam a mais nova tendência, na visão de Antwanye Ford, presidente da Enlightened. Com os mais diversos dispositivos conectados, como geladeiras, torradeiras e fechaduras de portas, no entanto, os riscos crescem no ambiente doméstico e os elementos de segurança não têm sido rigorosamente testados, segundo ele. Mas há quem seja otimista. As soluções para a vulnerabilidade dos dispositivos conectados à internet, por sua vez, tendem a ser mais velozes, segundo Shachar Daniel, CEO da Safe-T, visto que... ler mais

Bitcoin começa o ano desvalorizado

De acordo com informações do portal CoinMarketCap, às 10h no horário de Moscou (05h em Brasília) o bitcoin teve uma queda de 3,08%, sendo a unidade venda por 13,5 mil dólares (44,1 mil reais). Na bolsa Bitfinex ele caiu 4,43%, ou seja, estava custando 13,22 mil dólares (43 mil reais), na GDAX –0,97%, custando, assim 13,35 mil dólares (43,6 mil reais), e já na Coindesk – 0,71%, queda que diminuiu o preço da moeda virtual para 13,32 mil dólares (43,6 mil reais). Em geral, no primeiro dia do ano, o bitcoin caiu mais de 3%. Para comparar, no primeiro dia de 2017, o bitcoin foi valorizado 3,6%, sendo vendido por 998 dólares (3,26 reais). Até dezembro, o valor do bitcoin não tinha superado 10 mil dólares, mas, depois, mais especificamente em 18 de dezembro, disparou a ponto de custar 19.511 dólares (63.761 reais) por unidade. A moeda virtual valorizou 14 vezes em 2017. Posteriormente, verificou-se uma desvalorização seguida pelas notícias sobre execução de um protocolo, que ocasionou no surgimento de outra criptomoeda – o bitcoin god. Quanto a outras criptomoedas, segundo dados do CoinMarketCap, o preço do ethereum aumentou mais de 14%, sendo vendido por 882,84 dólares (2.883 reais), bitcoin cash foi desvalorizado um pouco, enquanto o ripple mostrou um certo avanço. O capital do mercado de criptomoedas compreende 627,88 bilhões de dólares (2,05 trilhões de reais), com mais de um terço sendo aplicado em bitcoins. Fonte: Sputnik Disponível em:... ler mais

Empresas tentam incluir software em nova mudança na Lei de Informática

O setor de software vai, mais uma vez, tentar ser incluído na Lei de Informática. A ideia agora é aproveitar a tramitação da Medida Provisória 810, que faz ajustes na forma como o governo analisa os investimentos em P&D, para inserir a participação do segmento no processo de decisão sobre onde eles devem ser alocados. Assim, a Federação Nacional das Empresas de Informática, Fenainfo, tenta costurar uma emenda na conversão da MP 810 em Lei de forma que seja criado um comitê tripartite de governo, academia e empresas para decisões a respeito desses investimentos. A Lei de Informática garante benefícios fiscais – em particular uma redução no IPI que pode chegar a 80% do imposto devido – para empresas que se comprometam a investir pelo menos 5% do faturamento em pesquisa e desenvolvimento. O texto original da MP prevê, dentre as possibilidades desses aportes, que eles serão feitos em áreas consideradas prioritárias pelo comitê da área de tecnologia da informação. Esse comitê já existe e contempla representantes do setor empresarial. A Fenainfo quer garantir que o setor de software, que há anos tenta também ser incluído nos benefícios da Lei de Informática, também tenha assento no colegiado que toma essas decisões de forma a permitir o aporte de recursos de P&D no desenvolvimento de software nacional. Fonte: Convergência Digital Disponível em:... ler mais

O que esperar para 2018 no mundo da tecnologia?

 O ano de 2017 foi marcado por diversos debates no mundo da tecnologia e os temas relacionados ao setor estiveram totalmente em alta. Os bitcoins ganharam popularidade e a moeda chegou ao valor de 56 mil reais, virando mania entre os amantes de tecnologia que tiveram condições de investir. Os ransomwares pararam o mundo com ataques aos sistemas das empresas, causando prejuízos gigantescos às corporações. Até mesmo os apps de mensagens instantâneas como WhatsApp também foram o ponto de partida para fraudes por conta de promoções irregulares compartilhadas por milhares de pessoas. Assim, fica o questionamento. Quais serão os debates do setor de tecnologia em 2018? Posso adiantar que o fim da neutralidade da rede nos Estados Unidos é um tema que ainda vai render muito no próximo ano. Em resumo, as empresas de telecomunicações não poderiam bloquear conteúdo nem reduzir a velocidade do tráfego segundo o perfil de cada internauta. Assim, as empresas estariam proibidas de dar um tratamento preferencial a seu próprio conteúdo para desfavorecer os concorrentes. Ou seja, o cidadão americano pagaria um valor fixo para ter acesso ilimitado ao conteúdo da web. Com o fim da neutralidade da rede, as empresas conseguem ver uma oportunidade totalmente lucrativa, pois os pacotes de internet ficarão cada vez mais limitados e assim o consumidor será obrigado a pagar mais se quiser navegar mais. Muitas pessoas no Brasil se perguntam por que motivo este tema é tão repercutido no país e a resposta é simples: as tendências dos Estados Unidos sempre se espalham para o mundo todo. Caso seja oficializada a neutralidade de rede na superpotência, será questão de... ler mais

Tecnologia já evita mais de 90% dos roubos de cargas no Brasil

Como gato e rato nos desenhos animados, empresas transportadoras de cargas se munem de tecnologias cada vez mais avançadas para escapar das garras do crime organizado – que também já usa equipamentos bastante modernos para atacar. Só no ano passado, segundo a Associação Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas e Logísticas, mais de 24 mil roubos foram registrados no Brasil – um prejuízo de 1 bilhão e 300 milhões de reais. Hoje, a maioria das seguradoras exige que os caminhões tenham soluções avançadas de segurança para que se seja feita a cobertura da carga em caso de roubo. Entre as principais tecnologias de proteção de carga estão o monitoramento remoto e até o bloqueio automático do veículo, mas já existe empresa que envia de forma autônoma um drone para acompanhar um caminhão cargueiro quando um alerta é acionado. Pelo ar, é uma forma de chegar ao local mais rápido do que qualquer autoridade terrestre a acompanhar a ocorrência. Munido de câmeras e sensores, o vigilante aéreo passa, em tempo real, informações para a polícia. Os drones são específicos para a tarefa; têm autonomia de voo de até 45 minutos a uma velocidade de quase 100 quilômetros por hora. Um novo e inédito sistema de bloqueio inteligente sem fio, por enquanto, tem 100% de eficiência. Em 90 dias, salvou cargas avaliadas em mais de cinco milhões de reais. Combinando duas tecnologias: GPRS – o nosso 3G ou 4G da banda larga móvel – e rádio frequência, a solução é capaz de imobilizar o veículo de forma autônoma em três situações diferentes. A primeira é através de um algoritmo embarcado que... ler mais

Natal terá alta de 13% nas vendas pela internet

O faturamento das vendas online no Brasil durante o Natal deve crescer 13% este ano, para R$ 8,7 bilhões, segundo estimativa da Ebit, em análise que também considera o desempenho da Black Friday, que deve representar perto de um quarto das vendas estimadas para o Natal. O balanço considera vendas entre 15/11 e 24/12. O número de pedidos também deve crescer dois dígitos em relação ao mesmo período do ano passado (11%), para R$ 18,4 milhões, mas o tíquete médio apresentará acréscimo de apenas 2%, para R$ 471. Bonecas, cafeteira e camisa esportiva estão entre as subcategorias e produtos que devem ser mais vendidos. Segundo a Ebit, a pequena alta do tíquete médio é um reflexo dos descontos praticados durante a Black Friday e da queda de preços na cesta de produtos do comércio eletrônico, medida pelo Índice FIPE Buscapé. “Os preços do e-commerce estão registrando deflação há 12 meses consecutivos. Mantida esta tendência em dezembro, o índice deverá fechar 2017 com retração de 2,5%. Para o e-commerce, esse é um dado muito relevante, pois mostra que a alta no faturamento está apoiada no volume de pedidos. O consumidor está vindo cada vez mais para o e-commerce e comprando com mais recorrência”, diz o presidente da Ebit, Pedro Guasti. Veículo: Convergência Digital Disponível em:... ler mais
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